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Jovens valorizam desafios e desenvolvimento profissional.

 

29/06/2011 - Thays Bueno, de 28 anos, é funcionária no Google e fez cursos de espanhol, escrita criativa e a pós-graduação em marketing com apoio da organização.

 

Desenvolvimento profissional e desafios constantes são as principais metas dos profissionais de até 30 anos para suas carreiras. Em busca desses objetivos, eles estão derrubando os mitos que os perseguem: ao contrário do que se acreditava, os representantes da chamada geração Y desejam permanecer por muitos anos em uma mesma companhia, desde que elas abram possibilidades de crescimento e aprendizado. A conclusão é do estudo "Empresa dos Sonhos dos Jovens", realizado pela Cia de Talentos, em parceria com a empresa de pesquisa NextView People.

 

Em 2011, os mais de 40 mil brasileiros entrevistados elegeram o Google como a melhor empresa para iniciar ou desenvolver suas carreiras. É a segunda vez que a multinacional de serviços de tecnologia ocupa o topo do ranking realizado desde 2002. No ano passado, a empresa ultrapassou a Petrobras, que conquistou a segunda colocação no ranking geral, mas continua como primeira opção para os jovens das classes C, D e E, conforme apontou segmentação da pesquisa por nível de renda. Ambas, porém, reúnem características que são cada vez mais valorizadas pelos jovens: o estímulo ao aprendizado e a sensação de poder "trocar de emprego" diversas vezes dentro da mesma organização.

 

"As empresas mais bem avaliadas têm muito em comum. Além de possuírem uma boa imagem e um ambiente de trabalho motivador, oferecem o desenvolvimento e os desafios que os jovens tanto desejam", afirma Danilca Galdini, sócia-diretora da NextView People.

 

Segundo ela, essas características podem ser a solução para um dos principais temores das empresas em relação aos talentos da nova geração: a infidelidade profissional. O estudo revelou que 41% dos jovens acreditam que o tempo adequado para permanecer na empresa pode ser superior a 20 anos. Esse percentual vem crescendo - de 9% em 2009, pulou para 30% no ano passado. "A cada pesquisa, percebemos um amadurecimento e uma coerência maior desse público com relação às suas escolhas. O foco no desenvolvimento profissional é um dos resultados desse processo", afirma Sofia Esteves, presidente da Cia de Talentos.

 

A especialista em comunicação e políticas públicas Thays Bueno, de 28 anos, começou a trabalhar no escritório paulistano do Google em 2006, alguns meses após a empresa iniciar suas atividades no Brasil. Desde então, passou pela área de vendas, participou de um treinamento na Irlanda e, há alguns meses, integra o time de relações públicas da companhia. Thays conciliou o trabalho com os cursos de espanhol, escrita criativa e a pós-graduação em marketing - todos eles apoiados pela empresa. "A grande vantagem do Google é que você não precisa ser um executivo top para receber esses benefícios. O investimento no funcionário acontece desde o início da carreira, o que é maravilhoso para o jovem", diz.

 

Esse, contudo, não é o único atrativo. Segundo Monica Santos, diretora de RH do Google para a América Latina, a marca forte e inovadora e o ambiente de trabalho informal são marcas da cultura da empresa. Baias decoradas, patinetes para deslizar pelos corredores da companhia e guloseimas à disposição de todos promovem o clima de diversão no local de trabalho. "É uma combinação bastante atraente para os estudantes ou recém-formados."

 

O ambiente amistoso dá resultados na retenção: segundo a diretora, o turnover do escritório brasileiro, que tem 300 funcionários, está abaixo da média do mercado. "Só perdemos gente para outras unidades do Google, uma vez que somos uma empresa global com oportunidades no mundo todo."

 

A possibilidade de construir uma carreira internacional, segundo a pesquisa, também está entre as preferências dos profissionais com até 30 anos. "As companhias que se destacam no ranking são multinacionais ou brasileiras que atuam em vários países", afirma Danilca, da NextView.

 

Esse é o caso da Petrobras, que atua nos cinco continentes e oferece oportunidades de trabalho e cursos no exterior para seus funcionários. Segundo Mariângela Mundim, gerente de planejamento e avaliação de RH, a boa imagem da empresa também contribui para conquistar o jovem. "O fato de sermos pioneiros e reconhecidos internacionalmente pela capacidade tecnológica é um diferencial na hora de atrair talentos", afirma.

 

Fazer parte do time da Petrobras era o sonho de Tainá Cosme, de 23 anos, durante a faculdade de engenharia química. Formada em 2009, no ano seguinte ela foi aprovada no concurso público para o cargo de engenheira de processamento júnior. O trabalho, porém, só começou há um mês: ela passou pouco mais de um ano em um curso de formação na Universidade Petrobras. Depois de ser avaliada e passar por entrevistas com os futuros gestores, foi selecionada para a área de petroquímica, onde desejava atuar.

 

O investimento na formação e o fato de a Petrobras ser referência em tecnologia de petróleo foram determinantes para a escolha de Tainá. "É uma companhia que dá valor ao conhecimento e sempre se aprimora tecnicamente", afirma ela, que também destaca a importância da estabilidade. Mariângela explica que uma das principais vantagens da Petrobras para o jovem é a diversidade de funções e atividades que a empresa oferece. "Aqui é possível mudar de emprego sem pedir demissão."

 

O dinamismo das empresas, segundo Danilca Galdini, da NextView, é uma característica valorizada por esse público, assim como a ética. "A primeira edição da pesquisa, em 2002, mostrou que o jovem valorizava a boa imagem da organização. Hoje, ele cobra ações e comportamento condizentes com essa imagem."

 

Outra mudança percebida em 2011 foi a tendência de diversificação dos setores escolhidos pelos jovens. Em edições anteriores da pesquisa, as empresas de bens de consumo, tecnologia e bancos dominavam a preferência dos entrevistados. Hoje, indústrias como a de infraestrutura - beneficiada principalmente pela proximidade da Copa do Mundo e Olimpíada - começam a constar do levantamento.

 

É o caso da Odebrecht, que está entre as dez preferidas dos jovens pela primeira vez. "Já tivemos ondas como a do mercado financeiro e a da tecnologia. Mas o jovem agora está preocupado em desenvolver carreira, independente do segmento", afirma Sofia Esteves, da Cia de Talentos. 

 

Vilã nos vestibulares, redação pode fazer a diferença no Enem

Fonte: Terra - Educação 

 

29/06/2011 - Neste ano, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será realizado nos dias 22 e 23 de outubro. A prova é dividida em quatro áreas do conhecimento, com 45 questões cada: ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens códigos e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. A prova de redação, geralmente vista como "vilã" dos concursos, será cobrada no segundo dia de provas. Para obter uma boa pontuação, não basta ir bem em apenas uma das áreas, é preciso que haja um equilíbrio, inclusive com a redação.

 

Como o Enem é extenso, é bom ir bem descansado para a prova, para garantir sua concentração, especialmente no dia da redação. Diferente do restante da prova, ela não exige respostas certas, mas avalia o ponto de vista do aluno e seu poder de argumentação. O professor de redação do cursinho Anglo, Francisco Platão Savioli, salienta que ela demanda do estudante capacidade de operar com o conhecimento, para dar uma solução aceitável a um problema polêmico.

 

Segundo o professor, os temas podem ser divididos em três grandes grupos. O primeiro é o homem com relação a ele mesmo, onde são explorados tópicos como sentimentos e busca da felicidade. O segundo aborda o indivíduo e a sociedade em que vive, tratando de assuntos como justiça social, atuação política e respeito às diferenças. O terceiro é a ligação entre as pessoas e o meio biofísico, em que os temas frequentes são as interferências no meio ambiente, a preservação dos recursos naturais e as energias alternativas.

 

É importante ressaltar os principais erros cometidos pelos estudantes, entre os quais estão a pressa e, consequentemente, a fala de atenção na leitura, o que pode causar desvio do tema ou tangenciamento. Outro problema comum é a falta de argumentação, que é uma falha grave que pesa na elaboração da nota final. Além dessas orientações, confira abaixo dicas extras que o professor Platão preparou para o pessoal se dar bem na redação do Enem:

1- Preste bastante atenção no enunciado, pois é preciso compreender exatamente o que está sendo pedido para não fugir do tema.

 

2- Evite frases prontas ou ideias comuns, pois isso não demonstra um pensamento individual.

 

3- Posicione-se diante do tema. Demonstre que é capaz de refletir sobre a questão e sustentá-la. Tão importante quanto se posicionar é ter uma boa argumentação. Portanto, quanto mais irrefutável for sua opinião, melhor.

 

4- Utilize a norma culta, apropriada para esse tipo de texto. Tome cuidado com variações coloquiais da língua, pois isso pode prejudicar seu desempenho.

 

5-Se você quer adquirir repertório para argumentar melhor, fique atento às notícias. Leia bastante jornais, revistas. Mas não aceite passivamete o que está escrito ou foi dito. Reflita sobre os assuntos para estimular o seu olhar crítico.

 

6-O Enem avalia a capacidade do estudante de formular hipóteses de soluções para o problema proposto que não desrespeitem os direitos humanos. Por exemplo, se o assunto for uma reflexão sobre como acabar com a pobreza, não se aceitará como solução expulsar as pessoas de menor renda da cidade.

 

Algumas dicas são básicas para os estudantes, como pegar exames anteriores para resolvê-los e, assim, familiarizar-se com o modelo. Dar mais atenção às matérias que menos sabe e, ao mesmo tempo, concentrar-se nos assuntos que mais têm relação com o curso que o candidato deseja costumam ser orientações dos professores de cursinho. "Lembre-se de ler jornais e revistas, pois assuntos da atualidade sempre podem aparecer ao longo do exame", destaca Luiz Carlos de Souza Domingues, professor de geografia do cursinho COC Ribeirão Preto.

 

Cresce procura por cursos de engenharia

Fonte: Folha de São Paulo 

 

24/06/2011 - Número de calouros na área subiu 33% em 2 anos; demanda por direito, administração, saúde e educação caiu. Para autor do estudo, o mercado de trabalho e a ação do MEC, que barra certos cursos e estimula outros, explicam dados.

 

FÁBIO TAKAHASHI - DE SÃO PAULO

 

Os calouros têm perdido interesse pelos cursos de direito e administração, os mais procurados do país, e pelas carreiras de saúde e educação. Por outro lado, cresce a procura por engenharia, produção (como os cursos de tecnologia) e construção (como arquitetura). O cenário foi constatado em estudo da consultoria Hoper Educação, com base em dados oficiais do MEC.

 

A pesquisa aponta que o número de ingressantes em cursos privados de engenharia, produção e construção subiu 33% entre 2007 e 2009. Já a procura por administração e direito caiu 10% e 6%, respectivamente. A área de saúde também recuou (5%), puxada sobretudo por enfermagem e fisioterapia. Os dados são os mais atualizados já disponíveis.

 

Para o autor do estudo, Romário Davel, há dois motivos para o cenário. O primeiro é o mercado de trabalho. A percepção dos calouros é que já há excesso de profissionais nas áreas em queda, enquanto surgem rotineiramente notícias de falta de engenheiros e de profissionais ligados à infraestrutura. "É uma área em que o jovem pode apostar para os próximos anos, porque a demanda deverá seguir alta."

 

Outro fator, diz Davel, é a ação do MEC, que incentiva a abertura de cursos de engenharia e vem barrando a expansão dos de saúde, além de cortar vagas em direito. O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, diz que o fundamental é melhorar a avaliação dos cursos em geral, "o que garante uma expansão com qualidade e permite que os estudantes tenham mais possibilidades de escolha".

 

AUMENTO INSUFICIENTE

Diretor da Associação Brasileira de Educação em Engenharia, Vanderli Fava de Oliveira, diz que o crescimento da área é insuficiente. "Para chegarmos ao nível de países desenvolvidos, precisamos dobrar o número de engenheiros formados por ano."

 

Do lado dos cursos que encolhem, as explicações variam. Para o presidente interino do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Alberto de Paula Machado, a queda de calouros de direito decorre da falta de qualidade de muitos cursos.

 

"Com as altas taxas de reprovação no Exame da Ordem e em concursos públicos, as pessoas se desestimulam. Elas percebem que gastarão dinheiro com a formação e não conseguirão boa inserção no mercado", diz.

 

Já o presidente do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de SP, Gil Lúcio Almeida, afirma que a queda dos calouros ocorre porque Estado e planos de saúde oferecem poucos serviços aos profissionais, além de concederem "baixa remuneração". Os conselhos profissionais de administração e enfermagem não se pronunciaram. 

 

Capes assina acordo com instituto israelense

Fonte: Portal Capes 

 

24/06/2011 - A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério de Educação do Brasil e o Instituto de Pesquisa Weizmann situado em Rehovot, Israel, assinaram neste mês de junho acordo de cooperação científica. Este acordo permitirá a elaboração de editais de apoio a intercâmbio de pessoal e cooperação de grupos de pesquisa de interesse comum. O acordo é o primeiro programa de cooperação internacional da Capes com Israel.

 

O documento assinado explicita o interesse em aprofundar a cooperação acadêmica entre instituições de ensino superior brasileiras e israelenses, a fim de promover o desenvolvimento da ciência e tecnologia em ambos os países.

 

Com a assinatura, tanto a Capes quanto o Instituto Weizmann se comprometem a promover a estabelecer um programa de intercâmbio estudantil e promover o intercâmbio em programas em áreas de qualificação de professores e tecnologias da educação. Além disso, o memorando traz como objetivos fomentar a parceria universitária e apoiar seminários, workshops e conferências.

 

Instituto Weizmann

Fundado em 1934 por Chaim Weizmann, o Instituto Weizmann tem atualmente cerca de 2.500 estudantes e oferece cursos de mestrado e doutorado em matemática, informática, física, química, e biologia, bem como diversos programas interdisciplinares.

 

Dois professores da Faculdade de Ciências de Informação do Instituto Weizmann, Amir Pnueli e o criptográfo Adi Shamir, já receberam o Prêmio Turing, considerado equivalente ao Prêmio Nobel nas ciências de informação. Em 2009, a professora do Departamento de Estruturas Biológicas também do instituto, Ada Yonath, recebeu o Nobel de Química. 

 

Faltam coordenadores de viagens de incentivo no mercado

Fonte: www.administradores.com.br 

 

24/06/2011 - Profissionais são procurados por agências de turismo para assegurar o sucesso de viagens promocionais.

 

Com o aumento das viagens de incentivo por grandes corporações para premiar, valorizar, integrar e fidelizar clientes e colaboradores, cresce também a demanda por pessoas capacitadas para conduzir tais grupos.

 

Por esta razão, cada vez mais agências têm procurado profissionais aptos a exercer a função de coordenadores de viagens de incentivo – o cargo exige formação em turismo, vivência no Exterior, fluência em idiomas, além de qualificações específicas que vão da prática na condução de grupos à liderança de equipes de trabalho.

 

Para o diretor da Immaginare, Edgar Werblowsky, grande parte do sucesso de uma viagem de marketing promocional depende de tais coordenadores. “Eles precisam ser carismáticos e devem apresentar uma boa formação cultural para guiar os empresários durante as ações corporativas”, afirma.

 

A opinião é compartilhada também pela diretora do Comitê das Operadoras de Viagens de Incentivo (COVIA), Cris Cintrão, que afirma que é tarefa deste profissional manter-se atento aos imprevistos e solucioná-los com maestria.

 

Em busca de especialização

 

Em falta não apenas pelo aumento do número de viagens de incentivo, estes profissionais também carecem de cursos específicos de formação, podendo contar com algumas poucas opções no mercado – estas, geralmente oferecidas por agências de turismo interessadas em suprir as necessidades do setor.

 

“Na prática não existe uma formação específica para a capacitação de coordenadores. O treinamento costuma ser realizado on-the-job pelas próprias operadoras de tais viagens.”

 

O investimento para participar dos cursos oferecidos pelo mercado é de aproximadamente R$ 1.000, mas o retorno promete mais, atingindo uma remuneração de até US$ 250 por dia.

 

“Por se tratarem de prestadores de serviços, os coordenadores de incentivo têm liberdade para criar sua própria agenda de trabalho e viagens”, explica Werblowsky.

 

Brasil: um País de oportunidades

 

Com a aproximação da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos, em 2016, a expectativa do setor é que tal função seja ainda mais requisitada entre as agências de turismo nacionais, que certamente ampliarão o número de contratações.

 

”No mercado existe uma demanda imediata para algumas dezenas de coordenadores, mas o Brasil possui espaço para empregar o dobro destes profissionais – número que certamente passará de dezenas para centenas, se pensarmos no período da Copa e da Olimpíada“, conclui Werblowsky.

 

Comércio eletrônico procura profissionais com foco em inovação

Fonte: Portal Exame 

 

24/06/2011 - São Paulo - Enquanto a expansão de grandes lojas do varejo segue a todo vapor para o mundo virtual, cresce a procura por profissionais preparados para a dinâmica de vendas online.

 

“Não há dúvidas de que há um ‘filão’ para profissionais interessados em entrar nesse mercado, com um crescimento apontado pelo setor de 30% ao ano”, explica André Assef, diretor operacional da consultoria Desix.

 

Se uma boa parte da economia deve migrar para o e-commerce nos próximos anos, aqueles que buscam colocação profissional na área devem ficar de olho nas mudanças do cenário.

 

“Constante atualização e foco em inovação são características esperadas desses profissionais e, por isso, eles devem sempre buscar especializações, voltadas para as particularidades da web”, diz Assef. Para o especialista, o desafio de quem trabalha na área é tornar o processo de compra cada vez mais dinâmico e atraente, de olho na experiência do usuário.

 

As carreiras de analista de sistemas, webdesign, analistas de mídias digitais e marketing digital, segurança da informação e arquitetura da informação estão entre as mais procuradas por recrutadores para o setor. Adquirir experiência em passagens por empresas na web ou ter conhecimento do que direciona o tráfego em internet é bem visto na hora de procurar emprego.

 

“Uma loja virtual se desdobra em várias profissões necessárias, cabe ao profissional graduado se especializar no segmento desejado”, explica Assef. 

 

 




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